Conhecida no séc. XVI como Campo de Alvalade, no séc. XIX esta zona foi sujeita a uma plantação inspirada no estilo de Passeio Romântico. Aqui se realizaram as primeiras corridas de cavalos, em 1816. Em 1945, o Arq.º Keil do Amaral, elaborou um projeto de remodelação com ampliação do jardim e introdução de novos equipamentos, tornando-se um espaço de características lúdicas e recreativas.
Em 2018, no dia em que se comemorou a Revolução de 25 de Abril de 1974, o jardim passou a designar-se Jardim Mário Soares, uma homenagem da Câmara Municipal de Lisboa ao político que foi considerado o ¿pai da democracia portuguesa¿.

O Jardim é um espaço verde com 13,38 hectares de amplos relvados e flora diversificada.
Dispõe dos seguintes equipamentos:
– campos de Padel;
– parque infantil;
– instalações desportivas (ginásio, piscinas, spa);
– ciclovias;
– percursos pedestres;
– parque de merendas;
– cafetaria;
– restaurante;
– recinto de recreio canino, o primeiro da cidade, um espaço vedado com vários obstáculos, onde os cães podem correr e brincar soltos e em segurança;
– lago com possibilidade de aluguer de barcos a remos;
– o ¿Caleidoscópio¿ (https://www.ulisboa.pt/info/caleidoscopio), espaço da responsabilidade da Universidade de Lisboa, com uma sala de estudo, um centro de exposições, uma loja e um centro de documentação, à disposição de todos, e, em particular, da comunidade universitária.
Destaque para os elementos decorativos criados pela Sociedade Portuguesa de Matemática, numa parceria com a CML: quatro “bancos matemáticos”: “o Mancala”, O “Alquerque”, o “Moinho” e o “Hex” para aprender matemática nos bancos e caminhos.
A iluminação pública do jardim foi melhorada no sentido de tornar o jardim mais iluminado durante o período noturno.

Jardim Mário Soares
Campo Grande
1700-162 Lisboa
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