Candeeiro, telemóvel e figura humanizada a correr

O Cinema é um lugar mágico. Mas também um lugar de aprendizagem. E de imaginação, ferramenta poderosa. É essa a ferramenta de que necessitamos para esta oficina, cujo propósito é fazer fitas – criando de facto micronarrativas cinematográficas – e levá-las ao ecrã de cinema. Com a colaboração de uma convidada ligada ao cinema, as turmas participantes irão aprender a linguagem e algumas técnicas cinematográficas que, posteriormente, irão colocar em prática. Durante a oficina, irão usar os diversos espaços deste equipamento cultural para pensar, planificar, filmar, editar e projectar um microfilme, fazendo com que este local emblemático da cidade se torne numa fonte de inspiração e espaço de criação.

As turmas participantes serão distribuídas em quatro grupos e cada participante terá um papel fundamental no processo: realização, direção de fotografia, interpretação, entre outros. Há um aspeto muito especial nestes filmes: cada grupo terá de filmar as cenas com a ajuda dos seus próprios telemóveis, obedecendo a um modelo de guião previamente fornecido e direcionado para um género (Suspense/Terror, Documentário, Drama, Comédia).

Após as filmagens, cada grupo poderá ajudar a editar a sua sequência de planos e, simultaneamente, compreender como se processa a montagem de um pequeno filme. O resultado será exibido na sala de cinema.

Esta oficina tem como principal objetivo incentivar quem participa a adquirir conhecimentos técnicos e teóricos sobre o cinema atual e experienciar o processo de construção de um filme, usando o Cinema São Jorge como cenário/inspiração principal.

O Cinema é um lugar mágico. Mas dá trabalho.

Cinema São Jorge

Requer marcação prévia
Nível de Ensino
2.º Ciclo, 3.º Ciclo
Duração
3h
Data
De setembro de 2021 a julho de 2022
Número de Participantes
Máximo 1 turma
Preço
2€ por aluno, gratuito para professores
Local
Cinema São Jorge
Conceção
Mafalda Melo com o apoio de Diogo Viana, Pedro Vieira, Inês Freire e Marina Uva
Realização
Mafalda Melo, Inês Santos, Diogo Viana, Pedro Vieira